segunda-feira, junho 22, 2009

Sem cá.

Procurei, buscando, por entre carumas, afago para o meu
sono de cansado. Não dei, que me lembre, pelo adormecer
chegado no elegante trote da formiga avermelhada, (delga
de cinta), julgando-se em pista sobre o meu braço.

Dormi o tempo pedido em pensamento, quando, ao longe,
se foi, (não apagou), o vulto dum sonho ficado, em réstea,
nesta azinheira encostado.

Confusão de escrita. Tento adormecer de novo?

Sim. Sem lá!